Diário da Inquisição – Capitulo 17.

Lembro muito bem quando a campanha do Dark Inquisition começou em meados de 2000 tocando metal extremo em nome daqueles que a inquisição combatia. Em poucos anos já existiam músicas próprias e uma temática pagã que permanece até os dias de hoje.

A gravação da primeira demo em 2004, DarkSide, concedeu a banda a conquista de diversos festivais musicais, vencendo como melhor banda e melhor música (também com a música Under Tree).

Mas foi em 2006, em São Paulo sob uma forte onda de atos violentos e grandes tragédias no Brasil que veio Pagan Age o primeiro EP gravado em estúdio. Este trabalho trazia 6 faixas originais com sonoridades que mesclavam Folk com Black Metal. A conquista deste trabalhou concedeu ao Dark Inquisition uma campanha de 3 anos com dezenas de apresentações e a participação em coletâneas com grandes nomes do metal Brasileiro. Dessa época até hoje a formação da banda mudou pouco, permaneceram da formação original Daniel Malkafly nos vocais e flautas, Rafael Tadeu na guitarra e Rafael Brittus na bateria. No ano de 2017 R. Bode veio a unir-se a batalha como guitarrista e Guilherme Bonatti como baixista.

O Dark Inquisition vem com uma proposta avessa aos atos da inquisição, a campanha da banda condena as correntes que aprisionam o pensamento humano, a ignorância, a superstição e o fanatismo. Todos os que batalham no front e os guerreiros que os seguem sabem que esta batalha talvez nunca terá fim, mas todos sabem que a Inquisição nunca vai parar.

Apenas um Observador.
Dia desconhecido da Era Vulgar. São Paulo.